De manhã, achamos um café para estudantes parisienses (olha a beca!)

Café com leite, suco, croissant, geleia e pão com manteiga por 7 euros por pessoa. Caro para o Brasil, mas esse mesmo café sairia no nosso hotel por 16 euros por pessoa. Essa é a vantagem de se pegar diárias sem café. Sempre pergunte ao hotel se há essa possibilidade!
Fica do lado da faculdade de medicina da Sorbonne, a poucos passos do hotel
Depois fomos ao Pantheon, ver o pêndulo de Foucault
Mas o local estava em reforma, e o pêndulo, desmontado, para decepção da Naná
Bem, seguimos rumo ao Louvre
Novamente pelas margens do rio
Até chegar à praça com aquela pirâmide, de onde se pode ver a famosa RODA GIGANTE do outro lado dos jardins, aquela que tiraram da cidade durante os dez dias que o Bruno e a Aline passaram por lá
E fizemos toda a tour esculturas gregas-etruscas-romanas-e-pinturas-italianas-e-francesas
E encontrei esse cara aí. O Lucas acha que usar camisa de botão rosa é coisa de homem moderno, mas olha a moda italiana em 1450...
Não encontramos a Mona Lisa, apenas uma tal de Joconda (como diria Aline), também bastante requisitada
e pequenininha, como a Mona Lisa
Voltamos para o hotel só pra tomar um banho, trocar de roupa e sair de novo, para um bar de jazz chamado Duc Des Lombards, famoso em Paris, para um show de uma lenda do jazz, Junior Mance (tinha comprado o ingresso há mais de um mês, pela internet). O show foi sensacional!


Abaixo, 30 segundos do show, para se ter uma ideia...
ps.: estávamos no lado oposto do Junior Mance, o pianista, então o baterista e o baixista ocupam quase toda a tela
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